quinta-feira, 7 de abril de 2011

Absurdo

A polícia civil corrigiu no início da noite desta quinta-feira (07) o número de mortos vítimas do massacre ocorrido na manhã desta quinta-feira (07) em uma escola do Rio de Janeiro. Segundo as últimas informações foram 11 mortos e não 13 como havia sido divulgado anteriormente pela polícia científica.

As 11 crianças são vítimas do ataque à escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio. Oliveira atirou contra alunos em salas de aula lotadas, foi atingido por um policial e se suicidou. O crime foi por volta das 8h30.
O autor dos tiros é o ex-aluno da escola e entrou com uma carteira de identificação, alegando que faria uma palestra.
Em coletiva realizada no início da tarde, o governador do Rio, Sérgio Cabral disse o massacre não foi maior, porque um sargento da Polícia Militar participava de uma operação nas proximidades e deu atendimento "heróico a ocorrência". Cabral também revelou que o atirador entrou na escola e falou com uma professora da sala de leitura, que o reconheceu e pediu para que aguardasse atendimento. Wellington não tinha antecedentes criminais e segundo testemunhas, chegou a recarregar a arma diversas vezes.
A polícia encontrou uma carta do atirador que dá indícios de que o ataque foi premeditado. Leia alguns trechos da carta:
“Primeiramente deverão saber que os impuros não poderão me tocar sem luvas, somente os castos ou os que perderam suas castidades após o casamento e não se envolveram em adultério poderão me tocar sem usar luvas, ou seja, nenhum fornicador ou adúltero poderá ter um contato direto comigo, nem nada que seja impuro poderá tocar em meu sangue, nenhum impuro pode ter contato direto com um virgem sem sua permissão, os que cuidarem de meu sepultamento deverão retirar toda a minha vestimenta, me banhar, me secar e me envolver totalmente despido em um lençol branco que está neste prédio, em uma bolsa que deixei na primeira sala do primeiro andar, após me envolverem neste lençol poderão me colocar em meu caixão. Se possível, quero ser sepultado ao lado da sepultura onde minha mãe dorme. Minha mãe se chama Dicéa Menezes de Oliveira e está sepultada no cemitério Murundu. Preciso de visita de um fiel seguidor de Deus em minha sepultura pelo menos uma vez, preciso que ele ore diante de minha sepultura pedindo o perdão de Deus pelo o que eu fiz rogando para que na sua vinda Jesus me desperte do sono da morte para a vida.”



(Creditos:bemparana.com.br )

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